Meus escassos (mas bons e fiéis) escudeiros, digo, seguidores, têm me dito que esse espaço aqui é para a gente responder aquilo que...ninguém pergunta. Tipo assim, ir falando, postando, nutrindo e deixar o bicho aí, mastigando, digerindo. Eu sei lá, tô alimentando o bicho-blogue aos pouquinhos, que é pra nós dois nos acostumarmos, entende? não é fácil entrar na jaula do leão e entregar o pratinho. Então, sei não...vamos assim, de papinha em papinha, que ninguém se fere nem se engasga.
Mas como hoje é "dia dos namorados", lembrei de uma história (real) do ano passado e, mesmo que não me perguntem, vou contar. Foi o Antônio, aquele meu amigo que é quase uma amiga de tão íntimo. No dia seguinte ao dia 12 de junho, estava eu sozinha, tomando meu deliciooooso café da manhã na cama - (sim, café de princesa, e, ao meu lado, apenas travesseiros brancos de pena de ganso). Era um sábado e eu assistia TV mais interessada na bandeja que me aquecia as pernas com guloseimas. Enquanto espalhava um queijo cottage no pão integral, lembrava que, meses antes, eu discutia com Antonio sobre a (suposta) diferença entre o queijo cottage e o quark, que, pra mim eram a mesma coisa e, segundo a convicção de Antonio, o primeiro era coalhada e o segundo era algo tipo assim...pastoso. - Que bichisse é essa, Antonio, é tudo a mesma coisa!, e assim ficou. Quando espalhei o cottage e dei a primeira mordida, dei-me conta que Antonio tinha razão na precisão das diferenças, e precisei de imediato reparar a injustiça com o amigo. Então digitei um SMS engordurando algumas teclas: "Antônio, amigo, desculpa, tinhas razão, o cottage e o quark são mesmo queijos diferentes! :( Sorry. Bj". E segui meu café da manhã com a geléia, o suco, o leite. Poucos minutos depois, pib-pib, Antônio, em SMS: "É mesmo, amiga, que alívio que já passou essa merda de dia dos namorados. Bj ".
rsrsrsrs
PS1: okei, esta só entende aqueles que costumam acordar sozinhos no dia 13.
PS2: okei, esta foi papinha de abobrinha.
...mas o bicho-blogue ó...shlnhshnshs...nnhac!! Parece até que é bom.
Um espaço onde todos os bichos que habitam a criatura se encontram. Principalmente os sem doma.
12/06/2010
04/06/2010
Carniceiro
Eis que o bicho se alimenta fácil e tudo. Tenho dado o que tenho, carne de pescoço - ele mastiga como filé mignon e lambe os beiços como criança. Eeeeita! Estamos nos dando bem.
01/06/2010
Vestindo o espartilho do Vestidomulti de Eliana Guedes, que desenha com mouse, no paint. Fera!
CONTENÇÃO
Se o amor for espartilho,
que segure firme o corpo
e acolha a alma de dentro
Se espartilho for um par,
que ajuste pela cintura um encaixe perfeito
Se for a paixão um espartilho,
que modele os sentimentos
com alguma forma ou razão
Se o tesão for espartilho,
que desabotoe, afrouxe tudo,
e se solte em fetiche louco
Se espartilho for elegância,
que mantenha na moda a silhueta renascentista da frança
Se a paciência for espartilho,
que seja maleável como um hímen
e complacente
Se decência for espartilho,
que não canse, não relaxe, não seduza,
não se venda
não se venda
Se espartilho for castigo,
que exorcize com força dobrada e torturante
os íntimos pecados
Se espartilho for o fim de tudo,
que abra sozinho
e caia sem medo
do chão
do céu
do nada
que aterrisse num leve pouso
sereno
como avião de papel
e liberte
o último suspiro
sem aperto
Arte de Eliana Guedes
Poema de Tatiana Druck
24/05/2010
Alimentando o Bicho
Não que eu seja do tempo da pedra lascada, mas me atrapalho sim com as novas ferramentas da comunicação. É tudo linguagem, eu sei, mas.. vá saber onde apertar os botões pra chegar lá e dar o recado.
Eu prometi pra mim mesma: me relacionaria com os bichos virtuais por mais assustadores que fossem. Encarei Twitter, Orkut, Facebook, páginas interativas de cara estranha e... bom, manda o próximo aí. Esse tal “Blog” tem nome de cachorro fofo de estimação, nunca me pareceu ser dos mais perigosos. Comecei sozinha. Passei a mão de mansinho, dei um sorriso empático (de monstro pra monstro) e fui aos poucos. Bom, estamos quase confiantes pruma amizade mais íntima e prazerosa. Falta um tanto ainda pra ficar uma relação... ãnh, digamos, natural. Mas chegaremos lá se não precisar de pressa. Vou alimentar esse tamagoshi, prometo. Não será todo dia, também prometo. Ele não morrerá de fome, porque é forte e virtual e essa é a vantagem - nem o abandono o mata, quando muito, o desatualiza.
Ah!, e devo dizer que nem tem sido tão difícil assim. É bem verdade que estou tendo a ajuda preciosa (e precisa) do Enrico, o amigo-de-infância que instituí blog-maker sem dar muito espaço pro não - ele investiga, descobre e me traduz... e fica tudo mais divertido.
E também devo esclarecer que não quero mesmo alcançar um controle absoluto de nada, o que facilita o desafio. Só quero poder postar umas coisinhas, uns poemas, contos, opiniões, músicas, sem que o Blog regurgite, entende? Quero deixar bonitinho, encontrar uns links novos, conhecer outros bichos interessantes, trocar idéias e informações, ler, aprender. No mais, se o bicho me morder, tudo bem. Também é bom aceitar o indomável da vida. Conviver com o desconhecido dá um certo frio na barriga.
Eu prometi pra mim mesma: me relacionaria com os bichos virtuais por mais assustadores que fossem. Encarei Twitter, Orkut, Facebook, páginas interativas de cara estranha e... bom, manda o próximo aí. Esse tal “Blog” tem nome de cachorro fofo de estimação, nunca me pareceu ser dos mais perigosos. Comecei sozinha. Passei a mão de mansinho, dei um sorriso empático (de monstro pra monstro) e fui aos poucos. Bom, estamos quase confiantes pruma amizade mais íntima e prazerosa. Falta um tanto ainda pra ficar uma relação... ãnh, digamos, natural. Mas chegaremos lá se não precisar de pressa. Vou alimentar esse tamagoshi, prometo. Não será todo dia, também prometo. Ele não morrerá de fome, porque é forte e virtual e essa é a vantagem - nem o abandono o mata, quando muito, o desatualiza. Ah!, e devo dizer que nem tem sido tão difícil assim. É bem verdade que estou tendo a ajuda preciosa (e precisa) do Enrico, o amigo-de-infância que instituí blog-maker sem dar muito espaço pro não - ele investiga, descobre e me traduz... e fica tudo mais divertido.
E também devo esclarecer que não quero mesmo alcançar um controle absoluto de nada, o que facilita o desafio. Só quero poder postar umas coisinhas, uns poemas, contos, opiniões, músicas, sem que o Blog regurgite, entende? Quero deixar bonitinho, encontrar uns links novos, conhecer outros bichos interessantes, trocar idéias e informações, ler, aprender. No mais, se o bicho me morder, tudo bem. Também é bom aceitar o indomável da vida. Conviver com o desconhecido dá um certo frio na barriga.
Under construction
Essa página aberta
como ferida
de pouco conteúdo ou ilegível
indefinida
emblemática ou cética
borrada nas bordas
preto-e-branco, semicolorida
doida varrida
doída ou curada
nada
ou nem isso
Não é piada de mau gosto,
é vida em construção.
Mãos à obra:
juntando a sobra
e fazendo o verão
23/05/2010
Reconhecendo o terreno
Tenho feito experiências.
Hoje realizei postagens sozinha, colei foto e tudo. Tá, tá, alguém iluminou o caminho. Mas juro que linkei os troços com minhas próprias mãos, ajustei tamanhos, espaços, fontes e tal. \o/ Uma garatuja e tanto prum pré-primário, pô.
Água em Pó
ÁGUA EM PÓ
(Tatiana Druck - Par e Ímpar)
que sede é essa
(Tatiana Druck - Par e Ímpar)
que sede é essa
de si mesma
que nunca passa
que sede de mais
que entorpece
tonteia e afoga
pseudo-hidrata
afaga, esquece e mata
que sede é essa que engole e se engasga
bebe e não sacia
que gole é esse
que nunca desce?
Gostou da foto? E do poema?
Então visite o Blog foto-poético "Olhar Digitado",
com fotografias lindas de Enrico Benites e poemas inéditos de Tatiana Druck:
Montanha Acima
É longo o caminho
e a caminhada mais ainda
não procuro explicação
a razão é escassa
e o ar rarefeito
já não espero uma verdade
nem meia convicção
talvez um quarto a mais de coragem
e uma taça de vinho
Vamos assim,
tipo viagem
sem diário de bordo
sem malandragem
Olha pra fora,
conta as horas que já se foram
Vamos embora, em sublime elevação
um passo a cada mil
rasga o manual de instrução,
põe mais água no cantil
Somos
SOMOS
(Tatiana Druck - Par e Ímpar)
O que você quer ser quando crescer?
astronauta, vaga-lume, roqueiro, cigano,
casa sem número, bombeiro?
escavador, cientista, saltimbanco, suburbano,
espião, motoqueiro, beija-flor?
caçador de esmeraldas, apresentador de TV,
benfeitor, maloqueiro, inventor de sei lá o quê?
Também vou retomar meus planos,
me encontrar com cinco anos e ser
furta-cor, astróloga, vegetariana, bailarina, ET, aeromoça, boneca de pano, equilibrista, menina-loba, feiticeira, sambista,
atendente de McDonald’s -
posso até virar um escândalo sem nome
e fugir com o circo num rompante insano
Vamos, é tempo de acertar nossos enganos.
Negociação
NEGOCIAÇÃO
(Par e Ímpar)
Devolve o aquecedor
e a cópia da chave
deleta os torpedos
apaga meus recados
Engole a senha do banco
esquece o dia dos namorados
a lua de mel em Honolulu
quebra o incenso de Katmandu
passa a régua daqui pra trás
dá uma trégua
e deixa meu corpo em paz
...
Em troca eu prometo
tirar os espetos
do teu boneco de vodu
Porta da Frente
PORTA DA FRENTE
(Tatiana Druck - Par e Ímpar)
Sai, não tenha medo,
ficam as portas abertas
de vidro colorido como juntos escolhemos.
Seguirão sem vedação,
talvez um óleo para não ranger,
não entortar o entendimento,
ou algum ajuste de manutenção,
quicá uma leve demão.
Assim quisemos: um revival dos anos setenta,
em vez de porta pivotante, sólida e pesada,
a de vidro boleado,
transparente,
dá pra ver em vultos,
transmite luz
e pode quebrar.
Vai,
te afasta sem medo,
nem mais, nem menos,
te ausenta.
Ao voltar, usa tua chave -
eu não trocarei o segredo.
Experimenta.
Se abrir, entra.
Só assim saberemos.
Futuro do Pretérito
Tuas lágrimas ácidas
corroem o pedaço de mim que chora doce
não fiques assim, meu amor
meu irmão, meu estranho
louvemos a dor
precisamos
descobrir o que nunca nos contaram
como se contam as horas
e as histórias
onde estão nossos começos
e os outros pedaços
as coisas novas que nos acontecem
e os noves fora
precisamos escutar alguns hinos internos
respirar nosso silêncio
cuidar do entorno
dos sonhos
do dia que amanhece
precisamos tatear nosso contorno
desenhar os limites
encontrar o que nos remanesce
precisamos aprender quem fomos
para que a vida recomece
Passeando... par-ci, par-là.
Estou em fase de pesquisa.
Conheci um Blog que parece uma casinha bem cuidada, um lar. Tem calor, vida, aconchego, personalidade, bom gosto. E histórias lindas. Acho que senti cheiro de café. Me entendi convidada e então fui entrando. Passeei sem pressa, como num museu particular, entre objetos pessoais, pertences populares, pequenos contos instigantes, discretas notícias dos moradores, sugestões, músicas, dicas, um quadro aqui outro ali, cores. Parece estar sendo construído aos pouquinhos, como a vida. Parece ter muito amor e inspiração nesse lar. Eu gostaria, um dia, de ter um espaço assim, uma casa acolhedora e interessante como o http://www.bipedefalante.blogspot.com/.
19/05/2010
Ilha de Paquetá
ILHA DE PAQUETÁ
Se estive ali, nem sei
se é ilha ou é sonho
que de repente imaginei
Em poucas brisas percorro
praias, morros, paz
amigos e flores
não sei, tanto faz,
que tal... amores?
escuto silvos e passos
provo sal e entendo mar
pássaros enterrei em preces
recebi abrigo imperial
não importa, afinal
há felicidade no ar quando anoitece
Descanse.
Se não for realidade,
é romance.
(Tatiana Druck - Prêmio Barão de Japurá - 2009 / RJ)
Pra quem quer nos compreender
Manual de compreensão rápida da mulher -
Capítulo 324, parágrafo 96, versículo 853: a bolsa feminina.
Não há mulher que não carregue uma bolsa, por mais discreta que seja. É um hábito de explicação antropológica simples. Lá na Idade da Pedra os homens eram caçadores; as mulheres, catadoras e coletoras. Então não filosofe demais, simplesmente entenda assim: a bolsa feminina é um utensílio fundamental para a mulher cumprir seu papel na história humana.
Mas, atenção, apesar de ser um instrumento originalmente de trabalho, não nos mande catar raízes e frutos para o almoço, a vida evoluiu. A bolsa hoje faz parte da nossa personalidade. E você também não precisa matar javali pro jantar.
Entenda por que andamos com essa coisa a tiracolo, grudada no corpo como bebê em fase de amamentação. Ela tem nome, e será tão defendida quanto nossa melhor amiga. Então não chame uma bolsa feminina de sacola, seu primata desorientado. Você não gostaria que chamassem seu calibre 38 de tacape.
Observe por aí: a tendência moderna traz a incrível, maravilhosa e enorme maxibag. As maxibags são praticamente cavernas! Ali dentro cabe tudo, até a pia da cozinha. As bolsas pequenas obrigam a mulher a escolher entre levar o batom ou a chave de casa, e ela carrega – óbvio - o batom. Nas maxibags entram batons de três tons, o gloss e toda linha de cosméticos, o secador de cabelo, escova de cerdas de alce canadense, pílulas de vitamina e afins, creme hidratante para mãos secas, uns carnês, algum casaquinho para o caso de esfriar, e ainda dá pra acomodar o celular (inclusive o seu). O problema é quando toca o celular e temos que mergulhar dentro da bolsa. Há o risco de se espetar no alicate de unhas ou topar no ferro de passar roupa que deixaremos no conserto no dia seguinte.
Dá pra imaginar também o grau de invasão que é mexer na nossa bolsa? Abrimos facilmente o coração, abrimos espaço na agenda apertada, podemos até abrir as pernas sem maiores delongas, mas as bolsas, não, não e não. Não ouse entrar na intimidade das nossas bolsas sem ser claramente autorizado. Podemos ficar primatas de repente e atacar com as unhas (vermelhas, claro, que a evolução trouxe novidades e cores).
Você finalmente haverá de nos perdoar, então, por gastarmos um troco além do razoável para ter várias bolsas, de diferentes cores, tamanhos e materiais. Sabe, quanto mais diversificado o estoque, mais marcante e intensa fica a nossa existência. É instintivo, precisamos estar quites com nossa porção pré-histórica. Posso imaginar a mulher paleolítica arrancando sorrateira e discretamente uns pedaços da cama de bambu do seu amado, para cerzir uma nova bolsa esportiva e ecologicamente correta. Deveria ser perdoada.
Acaso instinto primitivo tem a ver com razão? Não venha agora, após seiscentos mil anos, questionar a importância das nossas bolsas. Há um mundo ali dentro e uma história por trás. Use seu raciocínio masculino objetivo e evoluído e simplesmente aceite. Já aproveite pra guardar ali sua carteira. Mas de olhos fechados. E com cuidado pra não se machucar no estilete que deve estar num dos compartimentos da esquerda.
Capítulo 324, parágrafo 96, versículo 853: a bolsa feminina.
Não há mulher que não carregue uma bolsa, por mais discreta que seja. É um hábito de explicação antropológica simples. Lá na Idade da Pedra os homens eram caçadores; as mulheres, catadoras e coletoras. Então não filosofe demais, simplesmente entenda assim: a bolsa feminina é um utensílio fundamental para a mulher cumprir seu papel na história humana.
Mas, atenção, apesar de ser um instrumento originalmente de trabalho, não nos mande catar raízes e frutos para o almoço, a vida evoluiu. A bolsa hoje faz parte da nossa personalidade. E você também não precisa matar javali pro jantar.
Entenda por que andamos com essa coisa a tiracolo, grudada no corpo como bebê em fase de amamentação. Ela tem nome, e será tão defendida quanto nossa melhor amiga. Então não chame uma bolsa feminina de sacola, seu primata desorientado. Você não gostaria que chamassem seu calibre 38 de tacape.
Observe por aí: a tendência moderna traz a incrível, maravilhosa e enorme maxibag. As maxibags são praticamente cavernas! Ali dentro cabe tudo, até a pia da cozinha. As bolsas pequenas obrigam a mulher a escolher entre levar o batom ou a chave de casa, e ela carrega – óbvio - o batom. Nas maxibags entram batons de três tons, o gloss e toda linha de cosméticos, o secador de cabelo, escova de cerdas de alce canadense, pílulas de vitamina e afins, creme hidratante para mãos secas, uns carnês, algum casaquinho para o caso de esfriar, e ainda dá pra acomodar o celular (inclusive o seu). O problema é quando toca o celular e temos que mergulhar dentro da bolsa. Há o risco de se espetar no alicate de unhas ou topar no ferro de passar roupa que deixaremos no conserto no dia seguinte.
Dá pra imaginar também o grau de invasão que é mexer na nossa bolsa? Abrimos facilmente o coração, abrimos espaço na agenda apertada, podemos até abrir as pernas sem maiores delongas, mas as bolsas, não, não e não. Não ouse entrar na intimidade das nossas bolsas sem ser claramente autorizado. Podemos ficar primatas de repente e atacar com as unhas (vermelhas, claro, que a evolução trouxe novidades e cores).
Você finalmente haverá de nos perdoar, então, por gastarmos um troco além do razoável para ter várias bolsas, de diferentes cores, tamanhos e materiais. Sabe, quanto mais diversificado o estoque, mais marcante e intensa fica a nossa existência. É instintivo, precisamos estar quites com nossa porção pré-histórica. Posso imaginar a mulher paleolítica arrancando sorrateira e discretamente uns pedaços da cama de bambu do seu amado, para cerzir uma nova bolsa esportiva e ecologicamente correta. Deveria ser perdoada.
Acaso instinto primitivo tem a ver com razão? Não venha agora, após seiscentos mil anos, questionar a importância das nossas bolsas. Há um mundo ali dentro e uma história por trás. Use seu raciocínio masculino objetivo e evoluído e simplesmente aceite. Já aproveite pra guardar ali sua carteira. Mas de olhos fechados. E com cuidado pra não se machucar no estilete que deve estar num dos compartimentos da esquerda.
Tatiana Druck
Crônica - 2o lugar Concurso Mário Quintana 2009
29/04/2010
19/04/2010
Noite de autógrafos POA - Café de la Musique
Foi uma noite ímpar!!!
Energia incrível, catalisada por afeto de todos os cantos. Fiquei comovida com tanta presença, com tanta amizade, tanta parceria. Obrigada, amigos, por cada sorriso, abraço, palavra.
Definitivamente, foi uma experiência sem par! Valeu!
Confira a cobertura do lançamento na mídia:
Energia incrível, catalisada por afeto de todos os cantos. Fiquei comovida com tanta presença, com tanta amizade, tanta parceria. Obrigada, amigos, por cada sorriso, abraço, palavra.
Definitivamente, foi uma experiência sem par! Valeu!
Confira a cobertura do lançamento na mídia:
- acontece em porto alegre
- rs vip mariana bertoluci zero hora 19.4.2010
- arte e agenda correio do povo 19.5.2010
- noite de diálogo poético na capital correio do povo 20.4.2010
- camera dois
- tatiana druck é uma unanimidade de elogios Eduardo Conill 15.4.2010
- correio do povo 20.4.2010
- Correio do Povo 21.4.2010 Eduardo Conill
- Jornal do Comércio 3.5.2010 Business 'n' Business
- Jornal do Comércio 23.4.2010 Literárias
- Jornal O Sul 23.4.2010 César Krob
- Jornal O Sul 17.4.2010 Adroaldo Streck
- Jornal O Sul 16.4.2010 Gasparotto
- Jornal O Sul 21.4.2010 Gasparotto
- Diário Popular 24.5.2010 Pelotas
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